Durante a ação, foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão na cidade, todos autorizados pela Justiça Eleitoral local. As diligências têm como alvo um grupo suspeito de atuar na compra de votos e em práticas ilícitas ligadas ao processo eleitoral.
De acordo com as investigações, os envolvidos também teriam sido orientados a realizar atividades de campanha em favor do vereador investigado sem a devida declaração oficial, o que pode caracterizar irregularidades na prestação de contas eleitorais. Há ainda indícios de que servidores municipais teriam sido pressionados a apoiar o candidato, sob risco de perda de seus cargos.
Os suspeitos podem responder por crimes como corrupção eleitoral, falsidade ideológica em contexto eleitoral, coação e organização criminosa. Somadas, as penas podem ultrapassar 17 anos de reclusão, dependendo da participação de cada investigado.
O nome da operação faz referência ao suposto método utilizado no esquema, que envolveria formas de controle e verificação do voto, com o objetivo de garantir o cumprimento de acordos ilegais durante o pleito.


