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Início » Sócios e laranjas da empresa que ganhou licitação para operar transporte público de Gurupi, são presos em operação da polícia no DF
Polícia em Ação

Sócios e laranjas da empresa que ganhou licitação para operar transporte público de Gurupi, são presos em operação da polícia no DF

Familiares do empresário também foram presos na ação da polícia.
Redação Tocantins em vozPor Redação Tocantins em voz21 de dezembro de 20236 Leitura Mínima
Empresário, familiares e laranjas foram alvos da operação. Foto/Montagem Tocantins em Voz
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Agentes da Divisão de Operações Especiais (DOE) da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) explodiram, na manhã desta quarta-feira, 20, o muro da mansão de empresário investigado, em Brazlândia (DF). Foco da ‘’Operação Old West’’, deflagrada pela 18ª Delegacia de Polícia (Brazlândia), o empresário foi preso nas primeiras horas do dia.

O empresário e a família são acusados de integrar uma organização criminosa e conduzir um esquema de lavagem de dinheiro com uso de um batalhão formado por, ao menos, 15 laranjas e testas de ferro.

A megaoperação cumpriu nove mandados de prisão temporária, bem como sete de busca e apreensão. A corporação ainda pediu à Justiça o sequestro de uma série de carros de luxo e o bloqueio de contas bancárias operadas pela quadrilha.

Audacioso e articulado, o bando teria conseguido cooptar um analista do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), que recebia várias transferências bancárias para “cuidar” dos processos do empresário e advogar em defesa dos interesses da organização criminosa.

O servidor consultava processos e repassava informações sigilosas, segundo as investigações. O analista teve a prisão pedida pela PCDF, mas o Ministério Público (MP) se posicionou contrariamente ao pedido.

Polícia explodiu muro da mansão. Foto/Divulgação

Dono de Brazlândia

As apurações revelaram que, após ser investigado e preso no âmbito da ‘’Operação Trickster’’ que identificou um esquema criminoso no qual R$ 1 bilhão em dinheiro público teriam sido desviados por meio de fraudes no sistema de bilhetagem eletrônica do extinto Transporte Urbano do Distrito Federal (DFTrans). O empresário desenvolveu um sistema sofisticado para lavar mais de R$ 31 milhões.

Para isso, o empresário apontado como “dono de Brazlândia” usou um supermercado e contas de poupança em nome de testas de ferro para lavar centenas de milhares de reais. Até mesmo filhos menores de idade foram aproveitados no esquema, segundo a polícia.

O empresário teria usado, ainda, um empreendimento para ocultar a propriedade e dissimular valores faturados por meio do estelionato contra a administração pública e da corrupção de agentes públicos.

Caminho do dinheiro

Antes da ‘’Operação Trickster’’, o bando comandado pelo empresário mantinha recursos financeiros nas contas de empresas geridas pelo grupo. Após a ação da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), o caminho do dinheiro mudou e passou a “fazer curvas” para driblar as autoridades.

O fluxo do dinheiro começa com o recebimento dos pagamentos nas contas empresariais, segundo as investigações, mas os valores são imediatamente lançados nas contas-poupanças do grupo, via depósitos e transferências, muitas vezes na boca do caixa.

Em seguida, ocorrem retiradas diárias de valores das contas-poupanças abertas em nome dos filhos de do empresário e sua esposa, para repasse às contas das empresas, tudo a fim de evitar bloqueios judiciais. Algumas delas chegaram a receber depósitos superiores a R$ 1 milhão, segundo a polícia.

PC durante cumprimento dos mandados de prisão. Foto/Divulgação

Foragido

O empresário chegou a ficar três anos foragido da Justiça do Distrito Federal (DF) e com mandado de prisão preventiva a ser cumprido, entre 2018 e 2021. Ele foi detido em 12 de abril de 2021 por policiais do Grupo de Patrulhamento Tático (GPT), na cidade de Niquelândia (GO).

Os policiais receberam informações de que o empresário circulava pelo povoado de Buriti Alto, próximo ao município de Mimoso (GO), onde teria um posto de gasolina. O local, segundo os militares, era estratégico, pois facilitava uma possível fuga para diferentes unidades da Federação, como Bahia (BA), Tocantins (TO) ou mesmo o Distrito Federal (DF).

Após uma série de buscas, os policiais localizaram uma caminhonete, marca/modelo Toyota Hilux, de cor vermelha, usada pelo empresário para circular pela região. Em seguida, ele foi abordado por uma equipe do GPT, que confirmou a existência do mandado de prisão em aberto por corrupção contra a administração pública e por associação criminosa.

Pagamento de propina

Em abril de 2018, a polícia pediu a prisão do empresário e de sua esposa. A Justiça atendeu à solicitação após os investigadores terem confirmado que o casal pagava propina para o então responsável pela unidade de controle de bilhetagem automática do DFTrans. O gestor foi detido em 23 de março de 2018, em mais um desdobramento da ‘’Operação Trickster’’.

Em depoimento, o gestor confessou que, mensalmente, recebia entre R$ 10 mil e R$ 15 mil, a fim de agilizar processos, pagamentos e fazer vista grossa diante de irregularidades e fraudes cometidas pelas empresas do empresário e sua companheira.

Entre as falcatruas, estava o fato de as empresas descarregarem cartões estudantis de alunos do Entorno como se fossem da rede pública de ensino do DF. Imagens flagraram o gestor deixando uma das empresas do casal com dinheiro pago como propina. À época, durante o cumprimento dos mandados de busca e apreensão, os policiais encontraram um envelope semelhante na casa do gestor, com cerca de R$ 12 mil.

Transporte público de Gurupi. Foto/Divulgação

Transporte público de Gurupi

Os os investigados são sócios proprietários da empresa que assumiu a gestão do transporte público em Gurupi.

A empresa assinou o contrato para operara o transporte da cidade em 2024 neste terça-feira, 19, com frota inicial de seis veículos para percorrerem cinco linhas, todos com capacidade para 48 passageiros e equipados com acessibilidade e ar condicionado, visando atender às diversas necessidades.

Nota da Prefeitura de Gurupi

A Prefeitura de Gurupi informa que a assinatura do contrato com a empresa de transportes Isabelly, foi realizada após a análise de toda sua documentação, incluindo as certidões negativas necessárias para a formalização da contratação, depois da finalização do processo licitatório.

Importante esclarecer que, esse contrato com a Prefeitura de Gurupi, NÃO tem qualquer relação com a operação policial realizada no Distrito Federal (DF), envolvendo os proprietários da empresa.

A Prefeitura monitora a situação e analisará juridicamente todas as possibilidades em relação a essa contratação, cujos serviços estão previstos para início em fevereiro de 2024.

A intenção da Gestão Municipal é que aconteça a efetiva prestação do serviço de transporte coletivo em Gurupi, obedecendo todos os trâmites legais.

Distrito Federal Gurupi Policia Civil Tocantins
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