• Home
  • Notícias
  • Política
  • Polícia
    • Polícia em Ação
  • Violência
  • Esportes
  • Mundo
  • Brasil
    • Economia
    • Saúde
    • Educação
  • Entretenimento
  • Vídeos
  • Home
  • Notícias
  • Política
  • Polícia
    • Polícia em Ação
  • Violência
  • Esportes
  • Mundo
  • Brasil
    • Economia
    • Saúde
    • Educação
  • Entretenimento
  • Vídeos
Instagram YouTube Twitter Facebook
Instagram YouTube Twitter Facebook RSS
Tocantins Em VozTocantins Em Voz
quinta-feira, 10 setembro / 2026
  • Home
  • Notícias
  • Política
  • Polícia
    • Polícia em Ação
  • Violência
  • Esportes
  • Mundo
  • Brasil
    • Economia
    • Saúde
    • Educação
  • Entretenimento
  • Vídeos
Tocantins Em VozTocantins Em Voz
Início » PC deflagra operação contra grupo investigado por agiotagem e extorsão em Guaraí e Palmas
Polícia em Ação

PC deflagra operação contra grupo investigado por agiotagem e extorsão em Guaraí e Palmas

Ação cumpriu mandados de prisão, busca e afastamento de funções públicas contra investigados que utilizavam violência e intimidação para cobrança de dívidas.
Redação Tocantins em vozPor Redação Tocantins em voz24 de abril de 20263 Leitura Mínima
Facebook Twitter Telegram Pinterest Email WhatsApp

A Polícia Civil do Tocantins (PCTO) deflagrou, na manhã desta sexta-feira, 24, a Operação Nêmesis, com o objetivo de desarticular um grupo investigado por agiotagem, extorsão e associação criminosa. A ação foi coordenada pela 1ª Divisão Especializada de Repressão ao Crime Organizado (1ª DEIC Palmas) e resultou no cumprimento de quatro mandados de prisão preventiva, seis mandados de busca e apreensão e três medidas de afastamento de funções públicas.

As investigações apontam que a organização criminosa atuava de forma estruturada na cobrança ilegal de dívidas, utilizando ameaças, intimidação e violência. Um empresário de 45 anos e sua mãe, de 65, foram identificados como vítimas do esquema, sendo pressionados a pagar empréstimos com juros abusivos.

O caso teve início em Guaraí, onde o empresário contraiu uma dívida com um dos investigados. Ao longo de mais de dois anos, foram aplicados juros elevados, que chegaram a R$ 4 mil mensais, levando ao acúmulo de valores e à impossibilidade de quitação. Mesmo após a venda do estabelecimento comercial da vítima, o débito não foi considerado quitado pelos suspeitos.

Já em Palmas, para onde o empresário se mudou e abriu um novo negócio, as cobranças se intensificaram. Em 25 de fevereiro de 2026, o estabelecimento foi invadido por integrantes do grupo, que, mediante grave ameaça, exigiram o pagamento da dívida. Durante a ação, houve intimidação armada contra a mãe do empresário, com exibição de arma de fogo.

Entre os investigados estão três servidores públicos, que são policiais militares, além de outros envolvidos. As apurações indicam que parte do grupo utilizava a função pública para constranger as vítimas. Um dos suspeitos chegou a simular o registro de ocorrência policial como forma de pressão.

Segundo a Polícia Civil (PC), o grupo atuava com divisão de tarefas, incluindo liderança, articulação logística e execução das cobranças. Diante das provas reunidas, como registros audiovisuais e mensagens, o Poder Judiciário autorizou as prisões preventivas, considerando o risco à ordem pública e à instrução criminal.

Além das prisões, foram realizadas buscas em endereços ligados aos investigados, inclusive em locais relacionados às funções públicas exercidas por alguns deles. Três suspeitos foram afastados de suas atividades por 60 dias.

A operação contou com apoio de diversas unidades especializadas, entre elas a Diretoria de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (DRACCO), a Divisão Especializada de Repressão a Narcóticos (DENARC), a 6ª DEIC, a Divisão de Repressão a Crimes Contra a Ordem Tributária (DRCOT) e o Grupo de Operações Táticas Especiais (GOTE).

De acordo com o delegado responsável pelo caso, Wanderson Chaves de Queiroz, a ação representa uma resposta ao crime de extorsão praticado pelo grupo. “As investigações demonstraram uma atuação reiterada, com uso de ameaças e da própria condição funcional de alguns integrantes para obtenção de vantagem ilícita”, afirmou.

As investigações continuam para identificar outros possíveis envolvidos.

agiota Palmas. Tocantins Policia Civil
Compartilhar Facebook Twitter Pinterest Telegram Email WhatsApp
Artigo AnteriorFalso advogado ligado ao tráfico é alvo de operação da FICCO no Tocantins
Próximo Artigo Tocantinense Fernanda Hofman lança Todo Amor que Dura, single que transforma amor sem resposta em música
Redação Tocantins em voz
  • Website

Leia Também

Mulher é morta com cerca de 10 facadas e degolada em Araguaína; ex-companheiro é suspeito

30 de julho de 2026 Violência

Polícia Penal cumpre dois mandados de prisão preventiva durante ação em Palmas

28 de julho de 2026 Polícia em Ação

Mulher é morta pelo ex-companheiro na antiga 1503 sul, em Palmas; suspeito do crime morre após confronto com a PM

28 de julho de 2026 Notícias
Últimas Notícias

Rosiléia Carneiro leva experiência no serviço público à disputa pelo Governo do Tocantins

Por Redação Tocantins em voz4 de agosto de 20263 Leitura Mínima

Mulher é morta com cerca de 10 facadas e degolada em Araguaína; ex-companheiro é suspeito

30 de julho de 2026

Polícia Penal cumpre dois mandados de prisão preventiva durante ação em Palmas

28 de julho de 2026

Mulher é morta pelo ex-companheiro na antiga 1503 sul, em Palmas; suspeito do crime morre após confronto com a PM

28 de julho de 2026

Policial militar de Goiás é preso no Tocantins por suspeita de disparos de arma de fogo em praia

27 de julho de 2026

Investigada por tentar matar adolescente, mulher é presa pela PC em Porto Alegre do Tocantins

24 de julho de 2026

Email: [email protected]

Fone: (63) 9 9116-7100

Facebook Twitter Instagram YouTube
© 2026 Tocantins em Voz | Todos os direitos reservados | Desenvolvido por NETWORK F5
  • Quem Somos
  • Política de Privacidade
  • Contato

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.