Uma fala polêmica do Pastor Carlos, vice de Eduardo Siqueira na corrida eleitoral, causou surpresa e indignação entre fiéis evangélicos da capital. Durante um evento político, o pastor atribuiu a ida ao segundo turno ao “espírito de Siqueira Campos”, fundador do Tocantins, sugerindo uma intervenção espiritual no resultado eleitoral.
A declaração, vista como uma alusão ao espiritismo, provocou uma reação imediata de seguidores da igreja evangélica, que consideraram a fala completamente incongruente com os princípios do pastorado de Carlos. O uso de termos relacionados à espiritualidade e à comunicação com espíritos contraria a doutrina evangélica tradicional, que condena práticas como mediunidade e contato com os mortos.
A questão agora é como a campanha lidará com o desgaste e se o Pastor Carlos conseguirá explicar sua declaração.


